Amoreiras

Quem somos

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A dois passos da Rua Castilho, as Amoreiras, cuja etimologia se deve ao facto do Marquês de Pombal ter planeado a plantação destas árvores com o intuito de fomentar a criação de bichos da seda e dar apoio à fabrica aí localizada, hoje esquecida a favor das Torres, assinadas pelo arquiteto Tomás Taveira, que albergam o centro comercial epónimo e que marcaram a nova figura de Lisboa a partir dos anos 80.
 
 
O Jardim das Amoreiras, escondido por debaixo do aqueduto romano das Água Livres, é um sitio especialmente agradável, embora todo o bairro seja de excelente reputação.
O centro comercial é considerado por muitos como o melhor da cidade ou, pelo menos,  o mais exclusivo. Entre boas lojas, cinemas onde se pode assistir regularmente a filmes franceses recentes, passando por um supermercado ótimo onde se encontram produtos de excelência, as Amoreiras são de facto muito apreciadas pela classe alta da capital. É aqui que se encontra o Liceu Francês e é aqui que a comunidade francesa se instala em maioria, à semelhança do que acontece com bairros como South Kensington em Londres ou Conde de Orgaz em Madrid.
 
   
 
A vida noturna é praticamente inexistente, embora alguns restaurantes na Rua da Artilharia I se mantenham ano após ano. Hotéis 5* como o D. Pedro e o novo Epic Sana, assim como o horário de fecho do centro comercial às 23h,  conferem algum movimento e segurança às ruas mesmo à noite.
 
O ex-primeiro ministro Sá Carneiro viveu na rua D. João V, no edifício Arranha-Guedes, mas não terá sido o único ilustre a escolher o bairro. Comparado com Paris, tratar-se-á de um XVIe arrondissement à moda alfacinha. As casas à volta do jardim são muito procuradas e raras. O edifício Meia Lua, nas traseiras do largo do Rato, tem uma vista incrível sobre a cidade e os seus apartamentos com áreas generosas ficam pouco tempo à venda devido à grande procura.
 
 
 
O preço ao m2 assemelha-se ao do bairro Castilho embora sejam menos as construções modernas. Será um excelente investimento para quem conseguir encontrar um apartamento e, especialmente, se for para renova��ão, mas esses bens são muito raros e muito cobiçados pelo que, ao surgir uma oportunidade, convém estar em pole position!
 
 
 
A dois passos da Rua Castilho, as Amoreiras, cuja etimologia se deve ao facto do Marquês de Pombal ter planeado a plantação destas árvores com o intuito de fomentar a criação de bichos da seda e dar apoio à fabrica aí localizada, hoje esquecida a favor das Torres, assinadas pelo arquiteto Tomás Taveira, que albergam o centro comercial epónimo e que marcaram a nova figura de Lisboa a partir dos anos 80.
 
 
O Jardim das Amoreiras, escondido por debaixo do aqueduto romano das Água Livres, é um sitio especialmente agradável, embora todo o bairro seja de excelente reputação.
O centro comercial é considerado por muitos como o melhor da cidade ou, pelo menos,  o mais exclusivo. Entre boas lojas, cinemas onde se pode assistir regularmente a filmes franceses recentes, passando por um supermercado ótimo onde se encontram produtos de excelência, as Amoreiras são de facto muito apreciadas pela classe alta da capital. É aqui que se encontra o Liceu Francês e é aqui que a comunidade francesa se instala em maioria, à semelhança do que acontece com bairros como South Kensington em Londres ou Conde de Orgaz em Madrid.
 
   
 
A vida noturna é praticamente inexistente, embora alguns restaurantes na Rua da Artilharia I se mantenham ano após ano. Hotéis 5* como o D. Pedro e o novo Epic Sana, assim como o horário de fecho do centro comercial às 23h,  conferem algum movimento e segurança às ruas mesmo à noite.
 
O ex-primeiro ministro Sá Carneiro viveu na rua D. João V, no edifício Arranha-Guedes, mas não terá sido o único ilustre a escolher o bairro. Comparado com Paris, tratar-se-á de um XVIe arrondissement à moda alfacinha. As casas à volta do jardim são muito procuradas e raras. O edifício Meia Lua, nas traseiras do largo do Rato, tem uma vista incrível sobre a cidade e os seus apartamentos com áreas generosas ficam pouco tempo à venda devido à grande procura.
 
 
 
O preço ao m2 assemelha-se ao do bairro Castilho embora sejam menos as construções modernas. Será um excelente investimento para quem conseguir encontrar um apartamento e, especialmente, se for para renova��ão, mas esses bens são muito raros e muito cobiçados pelo que, ao surgir uma oportunidade, convém estar em pole position!
 
 
 
A dois passos da Rua Castilho, as Amoreiras, cuja etimologia se deve ao facto do Marquês de Pombal ter planeado a plantação destas árvores com o intuito de fomentar a criação de bichos da seda e dar apoio à fabrica aí localizada, hoje esquecida a favor das Torres, assinadas pelo arquiteto Tomás Taveira, que albergam o centro comercial epónimo e que marcaram a nova figura de Lisboa a partir dos anos 80.
 
 
O Jardim das Amoreiras, escondido por debaixo do aqueduto romano das Água Livres, é um sitio especialmente agradável, embora todo o bairro seja de excelente reputação.
O centro comercial é considerado por muitos como o melhor da cidade ou, pelo menos,  o mais exclusivo. Entre boas lojas, cinemas onde se pode assistir regularmente a filmes franceses recentes, passando por um supermercado ótimo onde se encontram produtos de excelência, as Amoreiras são de facto muito apreciadas pela classe alta da capital. É aqui que se encontra o Liceu Francês e é aqui que a comunidade francesa se instala em maioria, à semelhança do que acontece com bairros como South Kensington em Londres ou Conde de Orgaz em Madrid.
 
   
 
A vida noturna é praticamente inexistente, embora alguns restaurantes na Rua da Artilharia I se mantenham ano após ano. Hotéis 5* como o D. Pedro e o novo Epic Sana, assim como o horário de fecho do centro comercial às 23h,  conferem algum movimento e segurança às ruas mesmo à noite.
 
O ex-primeiro ministro Sá Carneiro viveu na rua D. João V, no edifício Arranha-Guedes, mas não terá sido o único ilustre a escolher o bairro. Comparado com Paris, tratar-se-á de um XVIe arrondissement à moda alfacinha. As casas à volta do jardim são muito procuradas e raras. O edifício Meia Lua, nas traseiras do largo do Rato, tem uma vista incrível sobre a cidade e os seus apartamentos com áreas generosas ficam pouco tempo à venda devido à grande procura.
 
 
 
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